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Dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2020, 41 têm a opressão islâmica como tipo de perseguição. Hoje o extremismo islâmico representa a maior ameaça à igreja. Ameaça que não está restrita ao Oriente Médio, mas que permeia grande parte da África Subsaariana e Sudeste Asiático, bem como todo o Norte da África e Ásia Central. Além disso, se estende também a países que não são majoritariamente muçulmanos, mas têm uma forte presença islâmica, como China e Índia. Há uma igreja de cristãos ex-muçulmanos; uma igreja apaixonada, mas secreta e silenciada. É por eles que queremos clamar e é com eles que queremos nos envolver mais profundamente neste Culto de Missões. 

A perseguição aos cristãos no Oriente Médio e Norte da África é forte e tem diferentes faces. A primeira e mais comum fonte de perseguição em toda a região é a família do novo convertido. O cristão ex-muçulmano do Marrocos, Aziz*, de 33 anos, explica: “As pessoas são expulsas da família por causa da conversão. Elas não têm seus direitos respeitados. Algumas são forçadas pela família a se divorciar e outras são presas dentro de casa. É mais difícil para as mulheres, pois culturalmente meninos e homens têm mais liberdade e direitos, então estão em uma posição melhor que elas. As mulheres, às vezes, são forçadas a se casar com um muçulmano”. Aziz explica que no âmbito familiar os convertidos enfrentam violência e são agredidos, e há a constante pressão da família dizendo que o que estão fazendo é errado.

O Estado Islâmico (EI) pode estar sendo derrotado no Oriente Médio lentamente, mas o movimento está apenas mudando de endereço: indo do Oriente Médio para o Extremo Oriente, onde, longe da vista da grande mídia, está construindo novas fortalezas. Paquistão, Afeganistão, Malásia, Sul das Filipinas e até mesmo a Ásia Central e o noroeste da China são ameaçados pela ideologia extremista islâmica e têm seus próprios afiliados do EI.

Existe um movimento muçulmano fundamentalista que quer implementar a sharia (conjunto de leis islâmicas) e varrer os cristãos do continente asiático. De certa forma, a igreja foi condenada à morte, mas não com uma bala, uma cadeira elétrica ou uma forca. O método deles é bem mais cruel, pois é uma morte lenta, feita aos poucos – um ataque a uma igreja aqui, uma mulher sequestrada ali, uma criança abusada de cada vez, um mártir morto de cada vez.

Neste Culto de Missões, vamos nos unir a um movimento nacional de oração e conscientização sobre a "Igreja Perseguida", proposto anualmente pela Missão Portas Abertas: O Domingo da Igreja Perseguida (DIP). Neste mês o tema será os Cristãos Ex-muçulmanos. A Portas Abertas é uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países onde existe algum tipo de proibição, condenação, execução ou ameaça à vida das pessoas ou à sua liberdade de crer e cultuar Jesus Cristo. 

O DIP - Domingo da Igreja Perseguida, é realizado no Brasil desde 1988 e tem os objetivos de, primeiro, servir os cristãos perseguidos em oração, segundo, conscientizar a igreja brasileira a respeito da perseguição religiosa.

 

Subtítulo

Perseguição religiosa

 

Mais de 260 milhões de cristãos enfrentam perseguição devido a fé em Jesus Cristo. São pessoas que têm negado direitos e vivido sob constante ameaça e hostilidade em diversas áreas da vida por professar o cristianismo. De acordo com a Portas Abertas, a perseguição religiosa ocorre quando os cristãos: não têm seus direitos de liberdade religiosa garantidos; a conversão ao cristianismo é proibida por conta de ameaças vindas do governo ou de grupos extremistas; são forçados a deixar suas casas ou empregos por medo da violência que pode alcançá-los; são agredidos fisicamente ou até mesmo mortos por causa de sua fé; são presos, interrogados e, por diversas vezes, torturados por se recusarem a negar a Jesus.

 

Conheça os países que compõem a lista da perseguição religiosa: https://www.portasabertas.org.br/lista-mundial/mapa-mundial-perseguicao  

 

 

Acesse o material do Culto de Missões: http://bit.ly/cultodemissoessetembro-2020


 

Fonte: Missão Portas Abertas

IGREJA PERSEGUIDA: Cristãos ex-muçulmanos